META 1 – MOBILIDADE URBANA
Por Professor Marcelo 50.600 – Deputado Estadual
Texto Preliminar:
A par da preocupação do PROFESSOR MARCELO com o Trânsito e o Deslocamento de Veículos e Pessoas nas Cidades Catarinenses, no Projeto Macro de Mobilidade Urbana algumas sub propostas podem ser elencadas:
Acesso à Capital do Estado
A condição de Florianópolis ser uma ilha tem sido um grande dificultador para a mobilidade urbana e para o acesso (entrada e saída) na capital catarinense. Atualmente, as três pontes – Hercílio Luz (com duas pistas, uma de entrada e outra de saída); Colombo Machado Salles (quatro pistas de saída) e Pedro Ivo Campos (quatro pistas de entrada) têm se demonstrado insuficientes para a demanda diária de veículos.
A temática não interessa apenas aos moradores da região metropolitana de Florianópolis, uma vez que a cidade é cenário de múltiplas atividades públicas e privadas, com o deslocamento de autoridades, servidores municipais e empresários e profissionais de diversos ramos, o ano todo, para as atividades de seu interesse e, também, no verão, há o grande fluxo de turistas para o aproveitamento das atrações e dos recursos naturais da região. A questão, assim, interessa a todos os catarinenses e, também, pessoas de outras partes do Brasil e do exterior.
Professor Marcelo tem algumas ideias a serem convertidas em projetos legislativos específicos:
- Novas pontes, nos extremos da ilha (parte Sul e Leste-Norte), ligando: a) Palhoça ao Sul da Ilha; b) Biguaçu ao Leste-Norte da Ilha, com a previsão da pactuação de parceria público-privada com a execução das obras pela iniciativa privada com a previsão da exploração (pedágio) por 20 (vinte) ou 30 (anos);
- Reestruturação do formato atual da Via Expressa (BR-282), com acordo com o Governo Federal e DNIT, para a eliminação das muitas “entradas” existentes no trecho entre São José e Florianópolis, evitando a concentração de veículos “de passagem” e tornando a via realmente expressa;
- Permissão em horários mais agudos, da reversão das pistas, para evitar os congestionamentos excessivos, desviando o tráfego, inclusive, para vias alternativas no continente;
- Região do Terminal Urbano de Florianópolis e do Centro-Sul: pactuação entre o Governo do Estado e o do Município de Florianópolis de Acordo para a Construção de Elevados, eliminando os semáforos existentes na via, correlacionados ao fluxo de ônibus urbanos e intermunicipais que desembocam no citado terminal, assim como o fluxo de veículos para as atividades no Centro de Eventos da Capital;
- Estabelecimento de restrição para tráfego de veículos pesados (caminhões e carretas) em determinados horários no acesso à Ilha
Fluxo de Veículos no Sentido Leste-Oeste ou Oeste-Leste do Estado
A principal via que atende essa porção do território catarinense é a BR-282, compreendendo, ainda, várias formas e vias de acesso, por estradas estaduais e/ou municipais.
No que tange a essa importante via de acesso, que é uma estrada federal, o Professor Marcelo pretende, como Deputado Estadual, realizar conversações e solicitar do Governo Federal a priorização das obras de duplicação completa da referida rodovia.
Atualmente, está ocorrendo a fase de contratação e execução de projetos de engenharia pelo DNIT, sendo que este órgão federal possui contratos para 13 lotes que cobrem a rodovia de São Miguel do Oeste até Palhoça. Também há estudos de concessão e novas faixas em andamento, sendo necessário esforço legislativo para “pressionar” o Governo Federal para sua continuidade.
A duplicação, além de contribuir significativamente para a economia local (catarinense), em razão de que a rodovia é um importante “escoadouro” de produtos, vindo do extremo oeste, do oeste e do planalto central para a capital e o litoral, alcançando, também, as regiões norte e sul do Estado, também trará inegáveis benefícios às economias locais dos municípios por onde passa a estrada, em face de investimentos em serviços e facilidades (postos de gasolina, hospedagens, restaurantes e similares, além de outros ramos de comércio). Mas o maior benefício está no âmbito da vida humana, com a diminuição significativa dos riscos de percorrer a BR 282, evitando-se acidentes que resultam em vítimas fatais ou feridas.